terça-feira, 10 de março de 2009

Safra goiana acompanha a do País e registra queda

De acordo com o 6º levantamento da safra 2008/2009, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento, produção goiana cairá 7,26%


A julgar pelos dados divulgados, ontem, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra goiana 2008/2009 registrará queda, em porcentuais muito próximos dos previstos para a safra nacional. De acordo com o sexto levantamento da safra, Goiás deve apresentar queda de 7,26% na produção e de 0,70% na área plantada, enquanto no País a área plantada crescerá 0,5%, mas a produção cairá 6,1%.

Conforme os dados da Conab, a área plantada deve cair de 3,69 milhões de hectares para 3,66 milhões de hectares em Goiás, levando em consideração as nove principais culturas: algodão, amendoim, arroz, feijão, girassol, milho, soja, sorgo e trigo. Na produção, entretanto, o impacto da queda será maior ainda, passando de 13,17 milhões de toneladas para 12,21 milhões de toneladas.

Produtividade A expressiva queda na colheita goiana de grãos se explica pelo baixo desempenho da produtividade das culturas de maior peso do conjunto da produção agrícola do Estado. O rendimento do milho, por exemplo, caiu 6,9%, passando de 5.568 quilos por hectare para 5.187 quilos.

A produtividade da soja caiu 2,8%, passando de 3.002 quilos por hectare para 2.918 quilos. O pior desempenho de produtividade, entretanto, foi o do sorgo, que de 2.659 quilos por hectare baixou para 2.368, redução de 10,9%.

Em termos relativos, a cultura com melhor desempenho em Goiás foi o trigo, com crescimento de 81,9% na área plantada e de 76% na produção. O trigo, entretanto, tem pouca expressividade na agricultura goiano, registrando área plantada de apenas 19,1 mil hectares e produção de 84,3 mil toneladas.

Em termos absolutos, a pior performance foi a do milho, cuja queda de 12,3% na área plantada representou 111,3 mil hectares a menos, e a redução de 18,3% na produção deve significar uma queda de 922,1 mil toneladas do grão.

BrasilO levantamento da Conab indica que o País deve colher 135,3 milhões de toneladas. Esta projeção, divulgada ontem, é 6,1% (8,8 milhões de toneladas) inferior à obtida na safra 2007/2008, que foi de 144,1 milhões de toneladas. A pesquisa estima ainda que a área de plantio no País para a safra atual será de 47,7 milhões de hectares, 0,5% maior que na safra passada.

REFLEXÃO

Tempo, dinheiro e vontade


Uma certa reflexão sobre as dificuldades para uma pessoa alcançar os seus sonhos revela que, ao longo de uma vida, é muito difícil compatibilizar o tempo, o dinheiro e a vontade. Quando se é jovem, tem-se tempo e vontade, mas não há o dinheiro. Na vida adulta, há o dinheiro e a vontade, mas não o tempo. E na velhice, tem-se o dinheiro e o tempo, mas não há mais a vontade.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Simpsons perdem a casa por causa da crise financeira nos EUA

A família Simpson perdeu sua casa por falta de pagamento da hipoteca, de acordo com o último episódio da série exibido nos Estados Unidos, uma paródia da crise econômica no país causada pelas "subprime" --ações com pouca liquidez-- e do drama vivido atualmente por milhares de pessoas na nação.

Divulgação

Em episódio exibido nos EUA, os Simpsons perdem a casa por causa da crise financeira

No episódio deste domingo, exibido no canal "Fox", os Simpsons recebem uma carta na qual eram comunicados de que sua hipoteca estava sendo mudada para um tipo variável, um dia após a família ter feito uma festança de Carnaval financiada com o segundo crédito sobre o imóvel.

Nos EUA, é possível obter um tipo de hipoteca chamada "home equity", que permite ao proprietário ter acesso ao valor já pago ao banco pela casa, no caso de precisar de dinheiro.

A prática fez com que muitas pessoas utilizassem, durante anos, sua propriedade como "caixa automático", e, da mesma forma que no episódio do desenho, a "festa" terminou e muitos acabaram devendo ao banco um valor superior ao solicitado inicialmente.

Como aconteceu com milhões de famílias nos Estados Unidos, os Simpsons descobrem também que a revisão de tipos de sua hipoteca dispara a parcela mensal até um valor astronômico e impossível de pagar, e acabam perdendo a casa em um leilão público.

No desenho, a casa da família acaba nas mãos de Ned Flanders, o comportado vizinho de Homer Simpson, que compra o imóvel por US$ 100.001 e o aluga aos antigos proprietários para não deixá-los na rua.

Crepe chinês


Ingredientes:

1 cenoura média cortada à julienne
2 talos de salsão cortados em tiras finas
2 tomates médios sem sementes picados
3 colheres (sopa) de ervas frescas picadas (salsinha, cebolinha verde e hortelã)
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
8 folhas de papel de arroz sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:

Misture numa tigela a cenoura com o salsão, os tomates, as ervas, o azeite, o sal e a pimenta-do-reino. Reserve. Hidrate uma a uma as folhas de papel de arroz numa assadeira com água por 30 segundos. Abra-as numa superfície lisa, distribua o recheio e feche como um rolinho primavera. Sirva em seguida e, se preferir, decore com nirá e acompanhe com molho teriyaki.

Dicas:
Este recheio pode ser usado também em massa pronta para tacos, servidos com molho de pimenta.

Fonte: Revista Menu

Categoria: Acompanhamentos
Cozinha: Brasileira
Temperatura:Quente
Dificuldade:Fácil
Tempo de preparo: 20 min
Rendimento: 8 unidades

domingo, 1 de março de 2009

Tédio no casamento? Faça sexo

Dois livros relatam experiências de casais americanos que mantiveram relações sexuais por meses seguidos


Enquanto alguns casais marcam jantares à luz de velas, agendam viagens românticas, visitam sex shops e recorrem a terapias especializadas na tentativa de apimentar casamentos desgastados pela implacável dobradinha temporotina, dois casais americanos estão chamando a atenção pelo recurso que escolheram para resolver a questão.

Eles perceberam que, com o passar do tempo, a chegada dos filhos e a proliferação das contas a pagar, colocaram em segundo plano a vida sexual, que estava praticamente morta e enterrada. Optaram, então, por um caminho aparentemente óbvio, mas que está longe de ser uma arma corriqueira na vida de casais entediados: fazer mais sexo para se aproximar de novo. Melhor, se propuseram a encarar uma verdadeira maratona na cama.

A relações-públicas Charla, por exemplo, resolveu presentear o marido, o editor Brad, que completava 40 anos, com um ano inteiro de sexo diário. Até então, os momentos românticos do casal se restringiam a raras vezes no mês. A analista de mídia Annie desafiou o marido, Douglas, a manter relações por 100 noites consecutivas depois de saber da existência de um clube na Dinamarca formado por homens casados que não faziam sexo havia mais de 100 dias.

O pacto durou 101 noites - a extra foi para dar sorte. As experiências viraram livros. 365 noites: resgatando o sexo no casamento, escrito por Charla Muller, chega às livrarias do Brasil na segunda quinzena de março. E, Simplesmente Faça - 101 dias consecutivos de sexo, do jornalista Douglas Brown, lançado no fim do ano passado no País, recentemente teve seus direitos autorais vendidos para a 20th Century Fox, que vai adaptá-lo para uma comédia romântica.

Nos dois casos, a iniciativa partiu das mulheres, que receberam entusiasmo incondicional de seus respectivos. "Quando contei às minhas amigas do meu plano, elas me perguntaram se eu andava bebendo. Uma delas implorou para eu não deixar o marido dela saber", conta Charla. "Foi o melhor presente da minha vida porque transformou o meu casamento", diz Brad. De tão bem-sucedidos, os pactos renderam frutos para toda a família. Ao fazerem sexo com frequência, os casais resgataram a intimidade, dentro e fora da cama. Com isso, se tornaram mais carinhosos, conectados e cúmplices. "Tudo melhorou. Eu estou mais feliz, meu marido está mais feliz e nossos filhos também", diz Charla. "Fazer sexo todos os dias nos tornou muito mais fortes como casal, passamos a conversar mais, a nos importar mais", diz Douglas.

As maratonas tiveram data para começar e para acabar. E foram encaradas com seriedade pelos quatro participantes. Mesmo assim, não era obrigatório fazer sexo quando faltava o mínimo de entusiasmo ou quando um dos participantes apresentasse problemas físicos, como (verdadeiras) dores de cabeça, por exemplo. No caso de Charla e Brad, o casal relata que não fez sexo durante os 365 dias, mas que manteve uma média mensal de 27 noites. Annie e Douglas, por sua vez, não pularam nem um dia. Douglas, confessa, se sentiu exausto.

Na época, ela com 38 e ele com 40 anos, tinham carreiras para tocar e duas filhas pequenas para cuidar. Voltavam do trabalho, preparavam o jantar, lavavam os pratos, liam para as crianças e, depois disso, queriam apenas colocar seus pijamas e dormir o sono dos justos. "Descobrimos que, uma vez que tivéssemos humor para fazer sexo, o cansaço se dissipava assim que o desejo surgia", diz ele. O mais difícil foi quando Douglas deixou o hospital depois de passar mal do estômago. Em casa, ouviu da mulher que tinham que transar. "Eu não amarelei, mas foi uma rapidinha", conta. Com o fim do pacto, permaneceram um mês em abstinência. "Precisávamos descansar", conta o marido.

"Quando contei às minhas amigas do meu plano, elas me perguntaram se eu andava bebendo"

Charla Muller
Em tempo: os casais deixam claro que, tratando-se de sexo diário, quantidade pode ser inimiga da qualidade. "Às vezes era genial, às vezes nem tanto. Mas sempre valia o esforço", garante Charla. Para manter o pique, Annie e Douglas recorreram a alguns artifícios. "Visitamos sex shops e nos empenhamos em fazer pequenas surpresas, como esconder bilhetinhos picantes nas coisas do outro", diz Annie. Douglas, inclusive, descobriu o mundo encantado dos estimulantes desexuais, do natural ginseng ao Viagra.

O desempenho dos casais é louvável, especialmente se comparado a algumas pesquisas sobre frequência sexual. Segundo um levantamento realizado em 2007 por um fabricante de preservativos, com 26 mil pessoas de 26 países, os brasileiros transam em média 145 vezes ao ano. Um outro, da professora Carmita Abdo, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é menos animador - mostra que as mulheres cariocas, por exemplo, preferem dormir a fazer sexo. Nesse caso, foram ouvidas 1.715 pessoas, com mais de 18 anos, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Apesar de ser uma alternativa para esquentar a relação, sexo não resolve crises de relacionamento. Charla e Brad e Annie e Douglas deixam claro que, na época que resolveram encarar a maratona, não enfrentavam nenhum problema conjugal além do tédio. "Não tomei essa decisão para consertar algo. Mas, ao mesmo tempo que meu casamento estava muito bem, sabia que podia melhorar no departamento da intimidade", diz Charla. A dica dos casais para resolver esse tipo de questão é: simplesmente comece a fazer. "Uma vez que você faz, quer mais. Você relembra quanto é bom", diz Douglas, a voz da experiência.